Seja Bem-Vindo a UGTSC
Definidos os valores do novo Piso Regional de Salários para 2012

 

Clique aqui para ver os novos valores

 

Florianópolis, 17 de janeiro de 2012

Paulo Cesar Amante Assessor Comunicação UGT/SC

 

 

Companheiras e companheiros Ugetistas!


 

A UGT/SC junto com todo o Movimento Sindical Catarinense fechou acordo para o reajuste dos novos valores do Piso Regional de Salários.

Em reunião realizada no dia 16/01/12, entre entidades de trabalhadores e patronais foi fechado acordo que resultou no Termo de Compromisso assinado por todos os participantes presentes.

 

IMPORTANTE:


O Parágrafo único do Artigo 2º da Lei Complementar nº 459, de 30 de setembro de 2009, estabelece que:

“A atualização dos pisos salariais fixados nesta Lei Complementar será objeto de negociação entre as entidades sindicais dos trabalhadores e empregadores, com a participação do Governo do Estado de Santa Catarina”

 

Portanto, os valores constantes do Acordo anexo, tem validade a partir de janeiro de 2012, e devem ser repassados imediatamente para todos os trabalhadores. É necessário dar ampla divulgação junto aos trabalhadores e empresas para que ninguém receba salários inferiores ao Piso Regional.


ABAIXO ASSINADO CONTINUA


Mesmo com o Acordo firmado, a coleta de assinaturas no abaixo-assinado pelo reajuste do Piso Regional DEVERÁ CONTINUAR!

Essas assinaturas servirão de base para o projeto de lei estabelecendo regras para os próximos reajustes do Piso Regional.

Informamos que a existência do abaixo assinado foi um forte argumento para a aceitação das entidades patronais pelo reajuste consensual em 2012.

Agradecemos a todas as companheiras e todos os companheiros que se empenharam neste trabalho.

 

 

 

Waldemar Schulz Júnior Presidente UGTSC

Prof. Carlos Magno da Silva Bernardo Secretário Geral UGT/SC

Prof. Moacir Pedro Rubini Secretário de Educação e Qualificação Profissional UGTSC

 

 

 

 

 

 

 


 
Companheiros e Companheiras Ugetistas!

A UGT/SC convoca todos (as) os (as) dirigentes sindicais para comparecerem no dia 11 de janeiro de 2012 às 08h00 na Rua Assunta Líbera Guidi, 35, Bairro Pio Correia, Criciúma/SC, para apoiarmos nossos companheiros do Sindicato dos Comerciários de Criciúma e Região – SECCRI - que enfrentam a tentativa de fundação de outro sindicato em sua base.

Clique aqui e confira o Edital.

Agradecemos antecipadamente a colaboração de todos (as)!

 

 

Waldemar Schulz Junior (Mazinho) Presidente da UGT/SC

Prof. Carlos Magno da Silva Bernardo Secretário Geral UGT/SC

 
Boletim Informativo Macrorregião Norte

 
Eleição do SINTTEL-SC

Com vitória esmagadora da CHAPA 1 na Eleição do SINTTEL-SC, UGT/SC encerra o ano vitoriosa derrotando mais uma vez a CUT no Estado
Florianópolis, 23 de dezembro de 2011


Marinho UGT/SC, Sérgio Presid. reeleito, Carlos Magno Sec.Geral UGT/SC e João Luiz Riedlinger Sec. Adj. de Imprensa UGT Nacional.


Com apoio da UGT/SC, UGT/PR, UGT/RS, UGT Nacional e dirigentes de várias entidades sindicais, Diretoria do SINTTEL/SC é reeleita para novo mandato.


A disputa envolveu a UGTSC que apoiou a CHAPA 1 contra a CUT apoiadora da CHAPA 2 de oposição e mais uma vez, a UGT mostrou sua força e união, ingredientes fundamentais que garantiram o êxito no pleito.

Com mais essa vitória, a UGT encerra 2011 consolidada como a maior e mais forte central em Santa Catarina e segue firme apoiando seus sindicatos filiados nas disputas mais acirradas.

O Secretário Geral da UGTSC, Carlos Magno da Silva Bernardo, que acompanhou todo o processo eleitoral até a apuração da última urna na madrugada dessa sexta feira 23, agradeceu, em nome da UGT e do Presidente da Central no Estado, Waldemar Schulz Júnior (Mazinho), a todos os companheiros e companheiras que colaboraram nessa atividade atendendo ao chamado para apoiarem os companheiros do SINTTEL. Carlos fez um agradecimento especial à comissão eleitoral e a coordenação da eleição.

 

Carlos afirmou que “essa vitória tem um significado importante, pois além de reeleger o companheiro Sérgio Domingues da Silva - Presidente do SINTTEL-SC dificulta ainda mais os planos da CUT no Estado”.


Parabéns a Diretoria reeleita do SINTTEL/SC, parabéns aos dirigentes sindicais que trabalharam nessa eleição, parabéns aos trabalhadores e trabalhadoras em telefonia no Estado de Santa Catarina que democraticamente fizeram valer sua vontade garantindo nas urnas essa incontestável vitória.

 

Texto: Paulo Cesar Amante da redação -  Assessor Comunicação UGT/SC
Fotos: João Luiz Riedlinger - Sec Adj de Imprensa nacional DRT: 7133–PR jornalista


 

 

Waldemar Schulz Junior (Mazinho)
Presidente da UGT/SC

Prof. Carlos Magno da Silva Bernardo
Secretário Geral UGT/SC





 
Piso Regional de SC - leia entrevista do companheiro Rubini para a Revista Valor Econômico.

Alta de 14% do mínimo afeta negociações de pisos regionais em 2012

12 de Dezembro de 2011

Nenhum dos cinco estados da Federação que adotam a política de salário mínimo regional decidiu até agora qual será o piso em 2012. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul já começaram as negociações entre centrais sindicais e federações patronais, que devem ser mais duras neste ano. Cerca de 15,7 milhões de pessoas recebem salário mínimo regional nesses estados.

O reajuste próximo a 14% do piso nacional é considerado alto pelos empregadores, que, com os pisos regionais, pagam atualmente pelo menos 10% a mais que o mínimo nacional. No Paraná, o piso regional é 35% maior que o brasileiro.

São Paulo e Rio Grande do Sul devem agilizar as discussões, já que seus pisos, de R$ 600 e R$ 610, respectivamente, estão abaixo do valor estimado para o mínimo nacional em 2012 - R$ 622 por enquanto. Nesses casos, o piso nacional será adotado a partir de 1º de janeiro até que haja uma decisão. Índices acima do piso nacional.

Nos últimos dois anos, quando esses cinco estados já tinham adotado o mínimo regional, apenas o Rio Grande do Sul em uma ocasião, reajustou o seu piso abaixo do índice de reajuste do salário mínimo nacional.

O primeiro estado a adotar o mínimo regional foi o Rio de Janeiro, em dezembro de 2000. Desde então, a tendência são índices pouco acima do reajuste nacional. Raras vezes os pisos regionais tiveram reajustes inferiores, tendência que deve ser contrariada este ano.

"Estamos começando a olhar isso agora", segundo Davi Zaia, secretário do Trabalho em São Paulo. A primeira reunião entre empregadores e centrais será realizada amanhã, mas há certo pessimismo quanto à adoção do mesmo reajuste do piso nacional em 2012, que considera o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 - de 7,5% - e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2011, cujo acumulado em 12 meses até novembro avançou 6,18% -, o que provocará um reajuste do mínimo nacional próximo a 14%.

"[Em São Paulo] Não sei se o reajuste será maior, porque o nacional está muito alto. Mas, se for menor, cria-se o problema de o mínimo nacional se aproximar do regional, o que tira a importância dessa política", diz Zaia São Paulo.

Segundo um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), mais de 7,2 milhões de trabalhadores recebem o salário mínimo regional em São Paulo. Em 1º de janeiro, quando o novo mínimo nacional, que hoje seria reajustado para R$ 622,08, passar a valer, o Estado de São Paulo, que paga piso de R$ 600, terá que se adequar até que o piso regional seja decidido - o que está programado para 1º de março.

O ajuste, nesse caso, implicará em pelo menos R$ 159 milhões a mais na economia mensalmente, sem considerar o aumento regional. Esses R$ 22,08 a mais no piso do Estado representam um reajuste de apenas 3,68% frente ao salário que já é pago, o que provavelmente não será aceito pelas centrais sindicais. "A intenção é manter o compromisso de reajuste pelo menos igual ao nacional", segundo Zaia. O estado, que passou a adotar o piso regional em agosto de 2007, sempre reajustou o seu piso (pouco) acima do índice nacional. PR: maior piso.

O Paraná é o estado que paga o maior piso salarial no Brasil. Fixado em R$ 736 desde maio deste ano, o cenário mais provável para o salário mínimo em 2012 é que ele mantenha a diferença de R$ 191 em relação ao mínimo nacional, o que representaria um reajuste de 10,47%, acima da inflação no período.

"Houve sinalizações para manter essa diferença. Estamos analisando como aumentar a renda dos trabalhadores sem perder competitividade", diz Núncio Mannala, coordenador da Secretaria do Trabalho, Emprego e Economia Solidária do Estado. Segundo ele, os setores agropecuário e de serviços são mais resistentes durante as negociações, já que neles o peso de trabalhadores que recebem um salário mínimo é maior no total de empregados.

Mannala atribui à alta rotatividade e à falta de mão de obra qualificada o interesse dos empregadores no Estado em manter um salário atrativo. "Estamos tentando mudar o perfil do trabalhador no Paraná.

Temos um problema conjuntural. O salário mínimo regional funciona como um incentivo para que as trocas de emprego diminuam. Esse piso alavancou a economia como um todo desde que foi criado", afirma.Para cima

"O efeito moral do piso regional é incentivar que alguns sindicatos forcem para cima os salários nas convenções coletivas", acrescenta Mannala. Ele conta que a categoria das empregadas domésticas foi talvez a que teve uma das maiores conquistas. "De uma hora para outra o salário de cerca de 500 mil domésticas aumentou R$ 200. Com isso, o número de diaristas tende a diminuir no Estado e a estabilidade no emprego, aumentar."

A primeira reunião do conselho que vai negociar o piso de Santa Catarina acontece hoje. No Estado, onde o mínimo regional foi adotado há dois anos, a data-base é 1º de janeiro.

Em 2011, a decisão só saiu em março, mas o reajuste foi retroativo. De acordo com Moacir Rubini, presidente do Conselho Estadual de Trabalho e Emprego de Santa Catarina, o mesmo deve acontecer em 2012.

As centrais sindicais pediram um índice de reajuste igual ao nacional. As federações e o próprio governo ainda não se manifestaram para indicar qual a sua posição. "O parâmetro que temos é o Paraná. Queremos um índice próximo ao deles. Para que os valores dos pisos em SC e no PR se aproximem, negociamos esse alto índice", diz Rubini."A orientação dada aos sindicatos é que nenhuma categoria assine acordo inferior ao piso regional, como acontece em outros estados."

Leia mais...
 
« InícioAnterior12PróximoFim »

Página 1 de 2